domingo, 29 de março de 2009

Professor comestível.

Quando se chega no ensino médio, algumas coisas mudam. Uma delas, é a mudança dos professores. Você troca a centenária Nilva, pela antenada Patrícia. Troca a plastificada e estressada Roziane, pela estranha e descontraída Gagati (como escreve?). Troca, a cheinha Sueli, por Raposo, Simone e o nosso Professor Comestível, Carlos Eduardo Woyda, conhecido como Duda. Dia 20 de março de 2009, o CCMASG despede-se de um dos melhores e mais atrapalhado dos professores que passaram por lá. Com o seu costumeiro jeans justo e escuro, que moldava perfeitamente sua curva acentuada, seu semi tênis-sapato e blusa larga demais no abdomem com a gola muito rente ao pescoço de cores variadas que deixavam seus olhos azuis perolados brilharem ainda mais por sob a sombra de suas palpebras levemente caídas e suas sobrancelhas levemente bagunçadas e russas, no contraste perfeito com a sua semi barba ruiva e seu sorriso perfeitamente alinhado e dentes longos e brancos, ele disse tchau ao ensino médio de 2009. Apesar dos rumores serem fortes sobre Duda ter morado com um professor e de ele ter uma queda por alguns garotos, ainda assim, algumas alunas, como eu, tinham uma queda por aquela criatura, que lia, de forma interpretativa e sem vírgulas, Clarice Lispector para gente. Duda, que tentou nos fazer entender, a importancia de manter o contato visual numa oficina de teatro e que artes pode ser o que a gente quiser. Duda, que tinha o pen drive com o enfeite da pepsi. Duda, que não sabia combinar a sandália com a blusa. Duda, com as entradas profundas e cabelo rente. Duda, nosso professor enternamente Comestível. Saudades.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Qualquer coisa aí.

Estou meio estressada por causa do tempo. Ou da falta dele mesmo. Quando alguém fala que o dia tem a duração de 24 horas, meus olhos chegam se iluminar de felicidade, sem brincadeira. Bom, chegavam a se iluminar. Esse ano ta mais difícil deles se iluminarem... mas enfim. Aí você pensa “cara, 24 pra curtir um dia” e blábláblá. Nem pra dormir dá tempo.
E se você não pode nem dormir, o que vai ser de você? Tem muitas coisas que eu a-d-o-r-a-r-i-a fazer por dia, mas quem disse que tenho tempo. Se acordo cedo, sinto que dormi de menos. Se acordo tarde, sinto que ainda faltava muito pra me satisfazer. Se não faço nada, me arrependo de ter o que fazer. Se passo o dia fazendo milhares de coisas, me arrependo pela falta de descanso.
E imagine como seria bom o dia tendo umas... 48 horas! Tudo bem que preguiçosos como eu iriam querer mais e mais, porém... e daí? Iam ser 48 horas gente! Quarenta e oito horas pra fazer o que quiser e o que precisa.
Nossa, estou empolgada mesmo com essa minha história de 48 horas por dia. Dava pra estudar a tarde toda, como sou obrigada já. E ainda existiria mais uma tarde pra se divertir! Duas noites por dia pra sair, e duas manhãs para dormir até tarde. E só uma tarde pra estudar, vou até repetir isso pra ficar claro.
Uma vida maior, quem já viveu 20 anos só teria vivido 10, a maravilha para as mulheres a partir dos 30. E talvez não tenha muita relação com o tempo pelas horas assim, mas... e daí? Viva a juventude.
Ok, não estou falando mais nada com nada, então... boa noite. Vou tentar dormir o máximo possível que eu puder. Ah, nem rola. Tenho que acordar cedo. Ííh :’( .

Por Catharina, é... Catharina.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Sociedade secreta do Zíper.

Zíper, sério, não sei como funcionam. Eles não se encaixam quando postos a mão e não se separam quando postos pelo fecheclé (escrevi como se fala, porque não sei escrever). Além disso, zíper é um dos fechos que precisam de um ótimo motivo para serem abertos (tirando quando se vai ao banheiro, é claro). E, zíper's são os melhores para pagar mico, aquele tipo de piadinha 'haha, a periquita vai voar!', cara, odiava, quando eu era criança, quando apelidavam as minhas partes assim. Alguém já viu uma periquita? Sério, tem nada vê com... Mas eu não vou falar mais disso. Volta o assunto do zíper aí, porque esse é o tópico. Eu estava na aula de filosofia, conversando com Bia, quando eu peguei meu estojo e fiquei abrindo e fechando,e u não sei porque, mas Bia ficou me olhando como louca (parecia até que ela era normal), ai eu falei pra ela, que zíper era uma coisa intrigante e ela continuou me olhando como louca, mas aí, eu fui tentar encaixar, sem usar o fecheclé (como escreve?) e não due certo, ela pegou da minha mão, ocmo se fosse a coisa mais óbvia do mundo e foi tentar encaixar e foi aí, que a cara dela estatelou. Porque o zíper NÃO ENCAIXA sem o fecheclé! Isso me deixou maluca e aí a gente quis criar a sociedade do zíper, que eu juro, quase fazia sentido quando a gente falou isso na hora, mas, estamos tratando de Ellen e Beatriz, não se espera algo normal.
Tal forma, apresentei a 'sociedade' para a Kty, que tentou encaixar o zíper e não conseguiu também, pel omenos ela não me olhou como se eu fosse maluca. Enfim, hoje na aula, fui apresentar a teoria para Ralf, que também me olhou como se fosse maluca e foi tentar provar que encaixava, e como sempre, não encaixou. Aí, ab(i?)smada, tentei separar o zíper, (depois que eu juntei as duas partes com o fecheclé) e eu não consegui, mas não tenteimuito bem, porque eu amo meu estojo e estava com medo de estragar. Enfim, oficialmente aberta a Sociedade do Zíper.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Ácido.

O ácido oxálico ou ácido etanodióico é um ácido (mais precisamente um ácido dicarboxílico) de fórmula molecular H2C2O4 ou, mais precisamente, HO2CCO2H. É um ácido orgânico saturado, de cadeia normal e relativamente forte, sendo 10.000 vezes mais forte que o ácido acético.

Físicas
  • Sabor azedo
  • Sólido cristalino e incolor. Sublima a 150°C.
  • Parcialmente solúvel em água, etanol e outros solventes.

Sinceras.

Químicas

  • Em solução aquosa libera 2 cátions ( 2 H+ ), por molécula.
  • Grau de ionização: 60%
  • Fortemente ácido e muito venenoso.
  • Reage violentamente com agentes oxidantes fortes.

Unidas.

http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81cido_ox%C3%A1lico