Situaçõo 'uncool' 1.
Estava andando animada na rua. Estava com a minha blusa mais cool e meu short mais cool e me sentia a garota mais cool do universo. Eu atraia olhares e eu me gabava por eles e lançava aos admiradores, aquele olhar cool de: 'pode olhar, mas não pode tocar.' Eu estava feliz demais com o vento envoaçando meus cabelos negros e massageando minha face macia, enquanto meu sorriso reluzia ao fim de tarde naquele calçadão berando a praia. E então, meus olhos azuis o avistaram. Segurando a prancha cool, sacudindo de forma cool o cabelo molhado e com um corpo cool dividido em alguns gomos que me deixaram louca. E então, ele deixava a areia da praia, vindo para o calçadão e eu exibia todo o meu jeito cool, quando de repente, a minha sandália cool descolou do meu pé e a parte da frente agarrou entre um dos ladrilhos do calçadão, fazendo o meu equilibrio reduzir a zero e meus joelhos dobrarem e meu rosto se contorcer em espanto e vergonha, enquanto minhas mãos procuravam em vão equilibrio. Eu caí. E antes que eu pudesse me dar conta dos estragos, eu ouvi aquele Deus grego explodir em gargalhadas. Uncool.
Situação 'uncool' 2.
Era o décimo quinto copo que eu havia virado. Aquele liquido descia queimando pela minha garganta e subia em forma de fogo para o cérebro, que mandava comando insanos para o meu corpo. Eu dançava desesperadamente na pista de dança e as coisas giravam, mas eu tinha certeza que estavam girando porque eu sacudia muito a cabeça. Eu ria de tudo, até das coisas que não tinham acontecido. Estava tão feliz. E foi aí que as mãos dele seguraram meu braço. O meu ritmo diminuiu, mas meu corpo continuou em movimento. Ele chegava perto, gritando as coisas em meu ouvido e mesmo assim, eu tinha dificuldades de entender, a música estourava no local. Eu apenas sorria, concordando. O cheiro de cigarro que vinha dele estava me deixando enjoada e aquilo girava em meu estomado. E foi quando as mãos dele dominaram o meu rosto e ele chegava perto, que aquilo dominou meu corpo e o jato de tudo que eu havia bebido e comido o dia todo saiu pela minha boca. Só pude ouvi-lo blasfemar e as pessoas em volta sentirem nojo. A camisa dele estava toda suja de liquido marrom, com alguns pedaços minúsculos de qualquer coisa que eu tinha comido. Uncool.
Situação 'uncool' 3.
Estava muito quente alí dentro. Não, o corpo dele no meu corpo estava muito quente. Os braços fortes, de músculos definidos me comprimiam contra o corpo másculo e sarado. Meu corpo curvilineo era mais que dele naquele momento. Ele me guiava e eu apenas o seguia, estava atordoada demais para pensar em agir. Ele me confundia. A cada beijo e a cada mordida, eu o desejava mais. Rolamos na cama mais uma vez e seu corpo me prendeu contra a mesma, e eu o quis. Meu coração estava a mil, e o tesão percorria meu corpo como corrente elétrica circulando por cobre. Estava energica, ofegante. E ele não me parecia diferente. Os dois já despidos por completo, eu estava prestes a voltar ao meu paraíso, quando um grito histérico pairou no local. Definitivamente, não era meu nem dele. Foi então que, assustados, olhamos o quarto, quando encontramos minha mãe, horrorizada e meu pai furioso na porta. Uncool.
Estava andando animada na rua. Estava com a minha blusa mais cool e meu short mais cool e me sentia a garota mais cool do universo. Eu atraia olhares e eu me gabava por eles e lançava aos admiradores, aquele olhar cool de: 'pode olhar, mas não pode tocar.' Eu estava feliz demais com o vento envoaçando meus cabelos negros e massageando minha face macia, enquanto meu sorriso reluzia ao fim de tarde naquele calçadão berando a praia. E então, meus olhos azuis o avistaram. Segurando a prancha cool, sacudindo de forma cool o cabelo molhado e com um corpo cool dividido em alguns gomos que me deixaram louca. E então, ele deixava a areia da praia, vindo para o calçadão e eu exibia todo o meu jeito cool, quando de repente, a minha sandália cool descolou do meu pé e a parte da frente agarrou entre um dos ladrilhos do calçadão, fazendo o meu equilibrio reduzir a zero e meus joelhos dobrarem e meu rosto se contorcer em espanto e vergonha, enquanto minhas mãos procuravam em vão equilibrio. Eu caí. E antes que eu pudesse me dar conta dos estragos, eu ouvi aquele Deus grego explodir em gargalhadas. Uncool.
Situação 'uncool' 2.
Era o décimo quinto copo que eu havia virado. Aquele liquido descia queimando pela minha garganta e subia em forma de fogo para o cérebro, que mandava comando insanos para o meu corpo. Eu dançava desesperadamente na pista de dança e as coisas giravam, mas eu tinha certeza que estavam girando porque eu sacudia muito a cabeça. Eu ria de tudo, até das coisas que não tinham acontecido. Estava tão feliz. E foi aí que as mãos dele seguraram meu braço. O meu ritmo diminuiu, mas meu corpo continuou em movimento. Ele chegava perto, gritando as coisas em meu ouvido e mesmo assim, eu tinha dificuldades de entender, a música estourava no local. Eu apenas sorria, concordando. O cheiro de cigarro que vinha dele estava me deixando enjoada e aquilo girava em meu estomado. E foi quando as mãos dele dominaram o meu rosto e ele chegava perto, que aquilo dominou meu corpo e o jato de tudo que eu havia bebido e comido o dia todo saiu pela minha boca. Só pude ouvi-lo blasfemar e as pessoas em volta sentirem nojo. A camisa dele estava toda suja de liquido marrom, com alguns pedaços minúsculos de qualquer coisa que eu tinha comido. Uncool.
Situação 'uncool' 3.
Estava muito quente alí dentro. Não, o corpo dele no meu corpo estava muito quente. Os braços fortes, de músculos definidos me comprimiam contra o corpo másculo e sarado. Meu corpo curvilineo era mais que dele naquele momento. Ele me guiava e eu apenas o seguia, estava atordoada demais para pensar em agir. Ele me confundia. A cada beijo e a cada mordida, eu o desejava mais. Rolamos na cama mais uma vez e seu corpo me prendeu contra a mesma, e eu o quis. Meu coração estava a mil, e o tesão percorria meu corpo como corrente elétrica circulando por cobre. Estava energica, ofegante. E ele não me parecia diferente. Os dois já despidos por completo, eu estava prestes a voltar ao meu paraíso, quando um grito histérico pairou no local. Definitivamente, não era meu nem dele. Foi então que, assustados, olhamos o quarto, quando encontramos minha mãe, horrorizada e meu pai furioso na porta. Uncool.

ADOREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEI :O
ResponderExcluirOOOOOOOOOOOOOOOBRIGADA *-*
ResponderExcluirEu ri ehauheua :P
ResponderExcluirUHAUHAUHAHUHU! eu ri e adorei! *-*
ResponderExcluirQUEM É AHÁHA? O________o De qualquer forma, obrigaaada *-*' E valeu Jota Pê;
ResponderExcluirexcelente norma culta... gostei dos textos bem produzidos... tudo no começo é tão cool... dps o jogo vira... ^^
ResponderExcluirparabéns! aguardo mais posts... -=-
aee esse uncool fico muito cool, haha continue assim =) bjão cat
ResponderExcluirObrigaaaaaaaaaaada *-*'
ResponderExcluirSituações 2 e 3 = bêbada e tarada, respectivamente. Não te conheci assim, fato.
ResponderExcluirNão aconteceu de verdade. :(
ResponderExcluirMas imaginou, tanto faz. Você era mais pura antes, fato.
ResponderExcluirOu não G.G
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